Drivers de LED Classe II - Conheça as Diferenças e Aplicações
Escolher uma fonte de alimentação para luminárias públicas pode ser desafiador, especialmente devido às inúmeras opções e regulamentações que devem ser seguidas a depender de cada tipo de aplicação. Um dos principais pontos a ser avaliado quando falamos de equipamentos conectados à rede elétrica é a questão de segurança, em especial contra choque elétrico, que pode colocar vidas em jogo. No Brasil, essa tarefa é ainda mais complexa devido à falta frequente de sistema de aterramento em muitas instalações, seja por serem antigas, ou mesmo por falta de viabilidade técnica. Para isso, a Norma ABNT IEC 60598-1 define classes de proteção para a classificação das luminárias. De acordo com essa classificação, as luminárias oferecem mais ou menos segurança e são indicadas para diferentes situações. As classificações para luminárias mais comuns, relativas a este quesito, são Classe I, II ou III, onde as definições são citadas abaixo: Luminárias Classe I: Possuem isolamento básico; Requerem conexão à terra para proteção; A proteção contra choques elétricos depende do aterramento adequado; Tensão de isolação dielétrica de 1440Vac (1000V + 2*U onde U=Tensão de linha: 220Vac); Luminárias Classe II: Possuem isolamento duplo ou reforçado; Não têm conexão à terra; Oferecem proteção contra choques independente do aterramento; Tensão de isolação dielétrica de 2880Vac (2000V + 4*U onde U=Tensão de linha: 220Vac); Luminárias Classe III: Operam com tensão extra-baixa de segurança (SELV), < 50Vac ou < 120Vdc; Tipicamente alimentadas por fontes de 12Vdc ou 24Vdc; Não requerem medidas de proteção adicionais devido à baixa tensão; Tensão de isolação dielétrica de 500Vac (isolação básica para produtos SELV);