Natureza Digitalizada | Brilia

Criado em 2001, o coletivo teamLab foi idealizado para eliminar fronteiras no meio artístico. Para isso, se apoia em aglutinar profissionais de disciplinas diferentes para produzir arte com o suporte das tecnologias digitais. O grupo reúne profissionais de diferentes especializações e habilidades. Sua formação inclui artistas, programadores, engenheiros, matemáticos, arquitetos, designers gráficos e editores de impressão. O coletivo chama seus integrantes de ultratecnólogos e pretende ultrapassar os limites entre arte, ciência, tecnologia e criatividade através de atividades cocriativas. “O teamLab explora uma nova relação entre os seres humanos e a natureza através da arte. A tecnologia digital nos permitiu liberar a arte dos limites físicos e transcendentes. Não vemos nenhuma fronteira entre nós e a natureza. Tudo existe em uma longa, frágil e milagrosa continuidade da vida”, afirma o coletivo.

O teamLab apresenta seu repertório criativo na National Gallery of Victoria, em Melbourne, Austrália; a mostra Future Park, em Hangzhou e Tianjin, na China; e no Parc de la Villette, em Paris. Suas instalações monumentais viajam o mundo a convite de museus, galerias e instituições culturais. Com elas, os artistas transmitem sua visão de mundo aos visitantes. “As pessoas ficam imersas na exposição. Essa experiência incentiva as pessoas a sentir e pensar em seus corpos. Acreditamos que essa experimentação possa mudar a percepção das pessoas”, afirmam os artistas.

“A TECNOLOGIA DIGITAL NOS PERMITE LIBERAR A ARTE ALÉM DOS LIMITES FÍSICOS”

Ao usar o digital como plataforma para suas criações, o teamLab afirma estar expandindo a forma de produzir arte, mudando o formato tradicional de como o espaço é tratado em museus e galerias. As pesquisas do coletivo estão focadas no tema ‘Arte da Natureza Digitalizada’ e como suporte utilizam softwares, luz (com destaque para o uso do LED) e som. Com esses elementos, as exposições do teamLab exploram o papel da tecnologia digital em transcender os limites físicos e conceituais que existem entre diferentes obras de arte, com imagens de um trabalho que se libertam de um quadro e entram em outro espaço. “As instalações dissolvem distinções entre obras de arte e espaços de exposição, envolvendo o espectador através da interatividade”, destacam os participantes do coletivo.

 

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